quarta-feira, 18 de março de 2009

ADORAÇÃO


"Nossos pais adoravam neste monte; vós, entretanto, dizeis que em Jerusalém é o lugar. Disse-lhe Jesus: Mulher, pode crer-me que a hora vem, quando nem neste monte, nem em Jerusalém adorareis o Pai. Vós adorais o que não conheceis; nós adoramos o que conhecemos, porque a salvação vem dos judeus. Mas vem a hora e já chegou, em que os verdadeiros adoradores adorarão o Pai em espírito e em verdade; porque são estes que o Pai procura para seus adoradores. Deus é espírito; e importa que seus adoradores o adorem em espírito e em verdade (Jo 4.20-24).

Dando continuidade ao Seu ministério terreno, o Senhor Jesus foi para a Judéia, dirigindo-se a uma região nas proximidades do Mar Morto. Ali foram tantas as pessoas que acolheram a Sua mensagem, que os fariseus ficaram alarmados ao ouvir dizer que Jesus estava batizando mais fiéis que sue primo João. Em vez de tentar enfrentar essa ciumeira religiosa, e não estando nem um pouco interessado em ter o ministério mais popular de seus dias, Ele decidiu regressar à Galiléia, a região do grande lago.

Naturalmente a viagem era feita a pé, e eles tiveram que atravessar Samaria. Mais ou menos pelo meio da travessia, Jesus cedeu ao cansaço e sentou-se junto ao poço de Jacó, perto de Sicar, cidade samaritana, enquanto seus discípulos iam à cidade comprar alguma coisa para comerem. Nesse ínterim, chegou uma mulher da cidade que vinha buscar água, e Jesus pediu-lhe que desse de beber.

Esse pedido tão simples, aliás, bastante comum no Oriente, deu início a uma conversa séria entre Jesus e a mulher. As palavras do Senhor provocaram na samaritana algumas indagações, e ela acabou confessando que mantinha uma união adulterina. Foi nesse contexto que Jesus proferiu seu principal ensino sobre adoração, registrado nas Escrituras.

Nesse diálogo, Jesus nos oferece um padrão, um meio correto para avaliarmos a autenticidade ou qualidade de nossa adoração. Por exemplo, em nosso País existe um “Instituto Nacional de Pesos e Medidas”. Nessa repartição, encontram-se amostras-padrão de medidas de tempo, volume, peso e distância. Uma grama, por exemplo, tem de ser igual em todo o país; tem de pesar exatamente o mesmo que o modelo encontrado nesse instituto. O que determina, por exemplo, o volume de líquido equivalente a um litro é um padrão pré-estabelecido. Nenhum cidadão pode determinar esse volume a seu bel-prazer.

Pois bem; Jesus afirmou o seguinte em João 4.23-24: “Mas vem a hora e já chegou, em que os verdadeiros adoradores adorarão o Pai em espírito e em verdade; porque são estes que o Pai procura para seus adoradores. Deus é espírito; e importa que seus adoradores o adorem em espírito e em verdade”.

Infelizmente a igreja vem permitindo que alguns indivíduos e certos grupos imponham suas próprias regras para determinar a autenticidade da adoração. Alguns a avaliam pela sua beleza; outros, pela freqüência com que é praticada a ida à igreja; outros pela duração. Mas Jesus nos dá sete padrões distintos para aferirmos a autenticidade de qualquer adoração.

AFERIR - Conferir (pesos e medidas) com o padrão oficial.

Primeiro padrão - Não existe um lugar geográfico para se adorar a Deus (Jo 4.20-21).

“Adorar”, disse William Temple “é despertar a consciência a respeito da santidade de Deus, alimentar a mente com a verdade de Deus, purgar a imaginação pela beleza de Deus, abrir o coração para o amor de Deus e devotar a vontade ao propósito de Deus”.

A mulher do poço de Jacó considerava a adoração uma questão de conformidade exterior. Cristo, porém, ensinou que era uma questão de espírito e verdade. Os judeus adoravam em Jerusalém, os samaritanos, no monte Gerizim. A partir daquele tempo, a adoração não seria mais restrita a um local geográfico. Não seria mais uma questão de estar no templo ou no monte certo.

Muitas vezes supomos que temos de estar na igreja para adorar. Aprendemos que o edifício da igreja é a “casa de Deus”, mas essa idéia pode levar a certos equívocos. No Antigo Testamento, Deus habitava no templo; Sua glória permanecia no Lugar Santíssimo. Deus, porém, desagradou-se dessa adoração feita no templo de Jerusalém. Da mesma maneira, a adoração feita em templos e em catedrais hoje também não o impressiona.

Hoje, o lugar santíssimo é o corpo de cada cristão (1Co 3.16-17, 6.19-20, 2Co 6.16-7.1). A adoração pode ocorrer em qualquer lugar; estamos sempre na presença de Deus, e Ele está sempre aberto para nossa adoração. Um fato que chama atenção é de que o Pai não está procurando “Louvadores”, e nem busca “adoração”, mas, sim, “adoradores”, gente comprometida e dedicada a render-lhe adoração.

Segundo padrão - toda adoração tem que ser dirigida a Deus (Jo 4.23).

O primeiro item a ser verificado para se determinar a validade de um ato de adoração é quem é o objeto dela. Se ficar demonstrado claramente que o objeto de tal adoração não é Deus, conclui-se que ela é falsa, por mais bela, tocante e bem elaborada que seja. Talvez você diga: mas isso é o lógico. Mas acontece que em algumas igrejas, parece que se adora a adoração, e não a Deus.
Outros adoram a sensação agradável que a adoração lhes proporciona. Há ainda outros grupos que nem mesmo especificam o objeto de sua adoração (grupos “evangélicos” que cantam músicas que não falam sequer no nome do Senhor). Há comunidades que convergem sua adoração para o pastor. Mas isso é culto a personalidade e não adoração a Deus.

Ao declarar que os verdadeiros adoradores adorariam ao Pai, Jesus não estava excluindo nem a si próprio, nem o Espírito Santo. Pois tanto Jesus, quanto o Espírito Santo também são Deus. Leia Cl 1.15-19, Ap 5.1-14, At 5.1-4.

Terceiro padrão - conhecer a Pessoa a quem se adora (Jo 4.22).

A mulher levantou uma questão que na verdade era secundária: onde se deveria adorar, no monte de Samaria ou no templo em Jerusalém? Mas Jesus levou a discussão para outro aspecto da questão: conhecer a Pessoa a quem se adora. E de lá para cá, esse padrão não foi alterado. O ponto mais importante da adoração ainda consiste no seguinte: será que conhecemos aquele a quem adoramos? Não se trata de apenas de elaborar uma liturgia e depois inserir o nome de Deus, não. Temos que conhecer a Deus e adorá-lo a partir desse conhecimento.

Observe o que Paulo falou aos atenienses em At 17.22-23. É bem provável que estejamos precisando que alguns Paulos passem por nossas igrejas e apresentem aos membros o Deus a quem eles dedicam seus templos e expressam seu louvor. Será que podemos exaltar o invisível, engrandecer o desconhecido, amar o não revelado, e cultuá-lo de modo satisfatório?

O expresso propósito da vinda de Jesus à Terra foi revelar-nos o Pai. Portanto quanto mais conhecermos Jesus, mais conheceremos o Pai (Jo 14.6-10).

Deus busca para si adoradores dentre aqueles cujo espírito já tenha sido iluminados por Jesus e pelo Espírito Santo, estando, portanto capacitados para adorá-lo em espírito e em verdade.

Quarto padrão – o Pai procura “verdadeiros” adoradores (Jo 4.23).

Se Jesus falou que o Pai procura os “verdadeiros adoradores” é porque existem os falsos adoradores, e isso não vem de hoje. Na época de Jesus os homens mais religiosos eram os escribas e fariseus, no entanto, eram os que mais estavam distantes de Deus. Observe o que Jesus falou deles em Mateus 23.1-12.

Ainda hoje o que mais encontramos são falsos adoradores. Pessoas que aparentam ser servos consagrados e não passam de lobos devoradores. Há alguns indivíduos que se disfarçam de várias maneiras para tirar proveito de algo ou de alguém, assim como os fariseus e os escribas faziam. É por isso que, mais do que nunca, necessitamos do dom de “discernimento de espírito” (1Co 12.10).

O ser humano tornou-se craque em usar todo tipo de disfarce, para que os outros não saibam como ele é na realidade. Ou então os emprega para ocultar algo que não deseja que ninguém saiba.

Para sermos adoradores, da maneira que Deus procura, temos de tirar a máscara. Temos que consertar o coração. Precisamos desmascarar-nos, e nos mostrar sinceros diante de Deus. E uma das máscaras mais populares, hoje, e até das mais eficazes, é da religião. Com ela fica mais fácil ocultar a realidade. Basta que coloquemos uma fachada de santidade, aparentando espiritualidade, e todos irão se admirar do quanto somos consagrados a Deus. Isso faz parte da mentira das religiões. Muitos não são sinceros na sua adoração, porém falsos adoradores. Não basta guardar regras e preceitos a respeito de Deus, é necessário uma vida de adoração. Observe o texto de Isaías 29.13. Milhões de pessoas conhecem bem estes “mandamentos” e regras, mas não conhecem a Deus. Ou seja, não se aproxima de Deus com sinceridade.

Aliás, a palavra “sinceridade” tem uma origem bem interessante. Ser “sincero” significa “estar sem máscara”. Em tempos passados, fabricavam-se máscaras de cera, como as usadas nos grandes festejos dos reis de outrora, nos bailes à fantasia, ou eventos do mesmo tipo. A diversão, nessas ocasiões, consistia em tentar reconhecer o mascarado, sem que esse tirasse a máscara. Então, quando se fazia acordos comercias, perguntavam-se um ao outro: “você é sincero?” Com isso queriam dizer: “você está me escondendo algo atrás da máscara? Com essa pergunta, desejava-se saber se a pessoa com quem lidavam estava sendo “sincera”, ou seja, sem máscara.

Quinto Padrão - a verdadeira adoração é em espírito.

A verdadeira adoração é comunhão de nosso espírito com o Espírito de Deus. Da profundeza do homem interior, como disse Paulo se referindo ao nosso espírito, com o Espírito Santo. E é importante recordar que somos espírito, temos uma alma e vivemos em um corpo. Os verdadeiros adoradores cultuam a Deus com aspecto de seu ser que é mais elevado que o instinto e as paixões físicas. É nosso espírito que está no controle da adoração a Deus, e não nossa carne, nem nossa alma.

Quem adora com a alma, adora com as emoções. Se adorarmos a Deus somente com as emoções, iremos adorá-lo somente quando tudo estiver bem conosco, porque nossa alma só entende a adoração no sentido de satisfação exterior. Quem adora a Deus em espírito, o adora em todo o tempo, independente das circunstancias ao nosso redor ou dentro de nós. Observe alguns textos: Sl 23, 34.1, 145.1-2, Jó 1.20-21-22.

“Se eu te adorar por medo do inferno, queima-me no inferno. Se eu te adorar pelo paraíso, exclua-me do paraíso. Mas se eu te adorar pelo que Tu és, não esconda de mim a Tua face”. Rabia, 800 d.C.

Sexto padrão - a verdadeira adoração é em verdade (obediência a Palavra).

A verdadeira adoração tem que ter base na Palavra. Para adorar em verdade, precisamos conhecer a Palavra, a Bíblia. Porque a verdadeira adoração não nos isenta de usarmos o intelecto. O apóstolo Paulo disse em Romanos 12.1 que temos que ter um culto racional. Aquele que adora sem base na Palavra de Deus está apenas tendo um encontro emocional consigo mesmo.
Veja o que aconteceu quando Neemias pediu a Esdras que lesse as escrituras perante o povo em Jerusalém, Ne 8.5-6: “Esdras abriu o livro à vista de todo o povo, porque estava acima dele; abrindo-o ele, todo o povo se pôs em pé. Esdras bendisse ao Senhor, o grande Deus; e todo o povo respondeu: Amém! Amém! -, levantando as mãos; inclinaram-se e adoraram o Senhor, com o rosto em terra”. A verdade de Deus, penetrando nas mentes, levou o povo a se prostrar em adoração.

John Stott diz: “Toda adoração é uma resposta inteligente e amorosa à revelação de Deus, porque é uma adoração do seu nome. Portanto, a adoração aceitável é impossível sem pregação. Pois a pregação é fazer o nome do Senhor conhecido, e a adoração é louvar o nome do Senhor, que se fez conhecido”.

Não pode haver adoração sem obediência à Palavra de Deus. Por isso adorar em geral implica sacrifício. Não é só uma questão de louvor a Deus, mas louvá-lo por meio da nossa resposta imediata às suas demandas. Quando Abraão foi instruído a sacrificar Isaque, disse a seus servos: “Esperai aqui, com o jumento; eu e o rapaz iremos até lá e, havendo adorado, voltaremos para junto de vós .”(Gn 22.5). Abraão sabia que ia matar seu filho; mesmo assim, chamou isso de adoração. Adorar é desejar a Deus mais que a vida de um filho. Não podemos adorar na igreja a menos que durante a semana tenhamos feito certas escolhas muito difíceis a favor de Deus. Falar de adoração sem considerar a entrega é o mesmo que esperar que um avião voe com apenas uma asa.

Sétimo padrão - adoração é uma questão de prioridade (Jo 4.23).

O texto nos diz que o Senhor está à procura dos verdadeiros adoradores. E os verdadeiros adoradores tem fome de Deus e de fazer a Sua vontade. Os cristãos precisam almejar aproximar-se mais de Deus. Se estivermos saciando a sede em fontes proibidas, não teremos razão de esperar que Deus nos dessedente. Se não formos alimentados pelo pão do céu, teremos de nos saciar com as migalhas do mundo. Depois que estivermos viciados no alimento do mundo, nosso apetite por Deus desaparecerá. Por isso que a adoração é uma questão de prioridade em nossa vida, pois ela será:

1º- Sem um lugar específico, nós o adoraremos em todos os lugares.

2º- Nossa adoração sempre será dirigida à Deus.

3º- Nós o adoramos em espírito e em verdade porque nós o conhecemos.

4º- O Senhor irá procurar os verdadeiros adoradores irá nos encontrar o adorando.

5º- Nós o adoraremos em espírito.

6º- Nós o adoraremos de acordo com a Sua Palavra.

7º- A nossa adoração será sempre uma prioridade em nossas vidas.

CONCLUSÃO

Deus, através de Jesus, deu aquela mulher imoral o privilégio de adorar. Independentemente de seu passado de fracassos, a adoração era uma possibilidade para sua vida. Agora, Ele estende o mesmo convite a nós. Ele está aguardando a nossa resposta.

Pr. Silas A. Figueira.

7 comentários:

  1. Olá!

    Estou aproveitando ete espaço para divulgar o blog "Salvos Pelo Amor!"

    Não deixe de conferir!

    Abraço.

    http://salvospeloamor.blogspot.com/

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  2. excelente, muito edificante. Não podemos ficar apenas criticando devemos ensinar, mostrar a opção correta da Palavra.

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  3. Olá irmão Silas, obrigado pelo comentário, o senhor tem todo o direito de discordar desses meus pensamentos, pois reconheço que são um pouco difíceis de digerir. Estas são as "vacas sagradas" de nossa herança cristã.
    Não sou T.J.nem aDVENTISTA congrego na igreja Betesda de São Paulo e não acho que esse meu pensamento seja um consenso em minha igreja.

    Também não sou Aniquilista nem Universalista, só não gosto e nem quero viver pensando que Deus tem a humanidade pendurada por um fio à beira de um "inferno".
    Amo a Deus porque Ele me ama e não porque quero escapar de um suposto "inferno".

    Veja:
    A expressão “fogo eterno” na linguagem Bíblica não quer dizer um período sem fim.
    O fogo será eterno nas conseqüências, nos resultados (a pessoa nunca mais será ressuscitada) e não na duração.
    “O Castigo é eterno quanto foi a destruição de Sodoma, mas o ato de punir não continua, perpetuando assim o pecado e o sofrimento”.

    Se o estado de punição continuasse, passagens como a de Apocalipse 21:4 e outras que mencionam que não mais haverá o pecado e o sofrimento não poderiam estar na Bíblia, pois os maus continuariam blasfemando contra Deus no inferno (blasfemar a Deus é pecado) e sofreriam as dores do fogo para sempre (o sofrimento não teria um fim). Haveria uma grande incoerência nas Escrituras.

    Graças a Deus que não é assim!

    Alguns teólogos querem confundir a mente das pessoas; a Bíblia tem textos claríssimos de que aion pode se referir a um curto período de tempo (lembra do exemplo de Davi? A Bíblia diz que Davi seria rei de Israel eternamente (para sempre). A mesma escritura Sagrada diz que Davi morreu e que reinou sobre Israel 40 anos. (I Reis 2:10 e 11; I Crônicas 29:27 e 28). Paulo também disse que Davi “adormeceu” (Atos 13:36). O termo “eternamente” ou “para sempre” neste verso simplesmente refere-se a um período de 40 anos, tempo em que Davi reinou). Vemos portanto que a expressão ‘eterno’ nem sempre expressa um período sem fim.

    Os comentaristas que crêem no tormento eterno deveriam avaliar estes versos Bíblicos que mostram a curta duração de tempo (em alguns casos) no significado de aoin. Devemos usar toda a Escritura para depois chegarmos a um consenso. Infelizmente, tal não é feito por estes irmãos. Creio que Deus irá dar a eles toda a instrução para que não permaneçam neste equívoco; caberá a eles aceitar.
    A vida eterna dos justos não exige um sofrimento eterno para os ímpios, “assim como pastos verdes não exigem vacas verdes”.
    O fogo será eterno nas conseqüências (a pessoa nunca mais será ressuscitada) e não na duração.

    Que Deus nos ilumine e esses pequenos debates não nos afaste um dos outros pastor.
    Edson Moura

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  4. Pr. Silas:

    Muito edificante e sábio este estudo sobre os sete padrões de adoração.

    Que possamos sempre ter estudos sadios como esse.

    Em Cristo,

    Tony Ayres

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  5. CARTA ABERTA AOS SERES HUMANOS

    Precisamos cair na real, não nascemos do excremento. Somos criação de uma mente perversa e sem escrúpulo. Para compreender esta afirmação, basta ver o potencial de maldade que foi depositado dentro de nós. Este criador nos criou com apenas uma intenção, provar ao seu Criador que era capaz. Exatamente pelo mesmo motivo que construímos nossas coisas. Na verdade, buscamos reconhecimento. Mas tem um agravante, este criador perverso, está defendendo uma causa jurídica pessoal, frente a uma corte celestial. Ele alega que foi injustiçado pelo amor daquele que o criou. E está nos usando para contar sua versão dos fatos. Acontece que infelizmente, Ismael representado pelos Árabes e Isaque representado por Israel, são seus principais protagonistas. A mensagem é clara, o filho primogênito, Ismael, representante de Jeová Criador da Matéria, foi desconsiderado diante da comunidade celestial, por um suposto erro no amor de Seu Pai. E o filho Isaque – Jesus, a plenitude do amor do Altíssimo - foi por isso, odiado por seu irmão Jeová, que o matou em seus sentimentos feridos. Como conseqüência, houve uma batalha no céu, os seguidores de Jeová, batalharam contra os seguidores de Jesus. Dessa batalha espiritual, dois terços do céu permaneceu fiel a Jesus, e um terço veio para as trevas exteriores com Jeová. Deu-se assim, o universo físico que conhecemos. Um falso mundo que está rapidamente se extinguindo na imensidão de trevas em expansão. A audiência está marcada é o juízo final. Jeová apresentará os acontecimentos em seu mundo perecível, como prova da sua inocência. Esses acontecimentos formam a história sagrada dos povos que descendem de Abraão. Na última cena desse drama, está a batalha pela primogenitura realizada pelos descendentes de Ismael, contra os descendentes de Isaque. No último momento dessa batalha a humanidade será julgada pelo seu criador. Infelizmente, para os seres dessa natureza, de acordo com Jesus Cristo em João capítulo 16, Jeová, foi vencido em seus argumentos no seu próprio drama. Porque Jesus preferiu morrer a romper com o amor do Pai Celestial, demonstrando que ama seus semelhantes acima de sua vida. Com isso, Jeová Lúcifer, perdeu sua causa e admitiu sua derrota. E como, auto sentença, permanecerá nas trevas exteriores com dois terços dos seres humanos que não conseguiram repetir o feito de Jesus Cristo. Enquanto um terço compreenderá e seguirá novamente para glória com Deus Altíssimo, para a dimensão que não conhecemos, mas que se abrirá em breve para que todos possamos visualizar. Isso acontecerá após a batalha final e o juízo final, quando Jesus nos receberá nas nuvens de forma triunfante (Mateus cap. 24). Por coincidência, esse um terço que está retornando são os mesmos que saíram do céu com Jeová Lúcifer. E os dois terços que nas trevas exteriores ficarão com Jeová, são seus, criados a partir de seu ser, os quais não conhecem o pleno amor de Deus, em Jesus Cristo, nosso salvador e libertador. Eu vou - você não vai?

    Portanto, eis os avisos que Jesus tem nos dado: Quem mora em edifício, exija meio de fuga rápido. Porque até o momento final, não ficará um edifício de pé. Porém será progressivo o problema. Quem mora perto de praia, progressivamente o mar tomará todas as áreas baixas e a seu nível. Haverão tufões, furacões, maremotos e todo tipo de coisas horríveis, que acontecerão progressivamente. Quem mora nas terras elevadas serão visitados por raios, chuva de pedra, vendavais e coisas terríveis dessa natureza. Tudo que Jeová já praticou antes e foi relatado nas Sagradas Escrituras, agora será em escala universal. Quanto as guerras, infelizmente, progressivamente iremos ao dilúvio de fogo. Pedimos que visitem nosso blog e nossas páginas para que possam compreender tudo que aqui está escrito. Clique em Martins111.

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  6. REVELAÇÃO/EXORTAÇÃO
    Urge difundirmos na terra, a certeza de que Jesus Cristo já vive agindo entre nós, espargindo a luz do saber em sí, criando Irmãos Espirituais, e a nova era Cristã. Eu não minto, e a Espiritualidade que esperava pela sua volta, pode comprovar que digo a verdade. Por princípio, basta recompormos as 77 letras e os 5 sinais que compõe o título do 1º. livro bíblico, assim: O PRIMEIRO LIVRO DE MOISÉS CHAMADO GÊNESIS: A CRIAÇÃO DOS CÉUS E DA TERRA E DE TUDO O QUE NÊLES HÁ: Agora, pois, todos já podem ver que: HÁ UM HOMEM LENDO AS VERDADES DO SEU ESPÍRITO: ÊLE É O GÊNIO CRIADOR QUE ESSA AÇÃO DE CRISTO: (LC.4.21) – Então passou Jesus a dizer-lhes: Hoje se cumpriu a escritura que acabais de ouvir: (JB.14.17) – O Espírito da verdade que o mundo não pode receber, porque não no vê, nem conhece, vós o conheceis; porque Ele habita convosco e estará em vós. – Regozijemo- nos ante a presença do Nosso Senhor, e façamos jus ao poder que o Filho do Homem traz às Almas Justas, para a formação da verdadeira Cristandade.

    (MT.26.24) – O FILHO DO HOMEM VAI, COMO ESTÁ ESCRITO A SEU RESPEITO, MAS AI DAQUELE POR INTERMÉDIO DE QUEM O FILHO DO HOMEM ESTÁ SENDO TRAIDO! MELHOR LHE FÔRA NÃO HAVER NASCIDO:

    E, ao recompormos as 130 letras e os 7 sinais que compõem esse texto, todos já podem ler, saber, e entender quem é o Filho do Homem:

    E O FILHO DO HOMEM É O ESPÍRITO QUE TESTA AS ALMAS DO HOMEM E DA MULHER, NA VERDADE DO SENHOR, COMO CRISTO: E EIS A PROVA QUE O FILHO DO HOMEM FOI TREINADO NA LEI CRISTÃ:

    (MC.14.41) – Chegou a hora, o Filho do Homem está sendo entregue nas mãos dos pecadores: E hoje, quem quiser interagir com o Filho do Homem Imortal, deve buscar “A Bibliogênese de Israel”, que já está disponível na internet (Editora Biblioteca 24x7). E quem não quiser, pode continuar vivendo de esperança vã, assistindo passivamente a agonia da vida terrena, à par da auto-destruição do nosso planeta...

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  7. (GN.49.1) – AJUNTAI-VOS E EU VOS FAREI SABER O QUE VOS HÁ DE ACONTECER NOS TEMPOS VINDOUROS:(TB.12.6) – BENDIZEI AO DEUS DO CÉU, E DAÍ-LHE GLÓRIA DIANTE DE TODOS OS VIVENTES, POR TER USADO CONVOSCO DA SUA MISERICÓRDIA: O seu poder há de espiritualizar as almas de todos os Homens de bom senso, e de todas as Mulheres de boa fé; que alcançaram a verdade cientifica revelada na “EXORTAÇÃO DO SABER”; e que também já passaram a interagir com o Cristo Vivo, ao publicarem o chamamento que o nosso Pai Comum tem feito aos Filhos e Filhas do amor eterno, e que já começaram a renascer espiritualmente para a vida eterna.

    Aqueles que buscaram as boas novas na “Bibliogenese de Israel”, já vislumbraram a herança espiritual que a Providência Divina nos legou, e também já saberão se auto-reciclar na Lei do Senhor que nos impõe a recomposição da literatura bíblica, para formar os Cristãos Conscientes que hão de consumar a Profecia Sagrada, conforme já tem sido demonstrado, assim:

    (EX.) – O SEGUNDO LIVRO DE MOISÉS CHAMADO ÊXODO: OS DESCENDENTES DE JACÓ NO EGITO. Estas 60 letras e 5 sinais recompostos, revelam que: É O CONJUNTO DE EX-SEGRÊDOS: O LEGADO DE VIDA CÓSMICA E O DESTINO DOS HOMENS.

    Outro exemplo:

    (JR) – JEREMIAS: A VOCAÇÃO DE JEREMIAS. São 26 letras e 3 sinais que dizem: CRIEI A AÇÃO DO SER: VEJAM E SEJAM.

    (JB.29.22) - RECEBEI O ESPÍRITO SANTO! (1CO.11.1) – SEDE MEUS IMITADORES COMO TAMBÉM EU SOU DE CRISTO.

    (Na verdade, Deus nos concedeu o livre arbítrio, a fim de que pudessemos agir tanto divinamente, como diabolicamente, na proporção da nossa graça em Cristo Jesus).

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